sexta-feira, 15 de junho de 2007

Proposta






O Diário Delirante (DD) tem por objetivo inicial, todavia passivel de mutação o relato das inconsequências dessa mente perturbada que vos reporta. Os relatos aqui presentes não serão necessáriamente tomados no sentido denotativo de realidade, mas na ideia da vida verossímil que é forjada dentro dos redutos escondidos em nosso subconsciente... a ideia se assemelha a um labirinto que é nada mais do que a metáfora da própria vida. É um processo vivo que se modifica sem cessar e desembocará apenas em outro caminho a se seguir com suas infitas possibilidades.


O jogo não se pauta em tentaivas e erros porque os erros são conseqüências de detarminadas escolhas feitas ao longo do caminho que desembocaram em outra possibilidade de percurso (ou mesmo na sua finalização, se é que ela existe) e portanto não deixam de abrir outro leque de escolhas e possibilidades. Diremos, então, que se basta por si só na tentaiva e no percurso. Os três traços definidores do labirinto (não únicos) são encontrados da seguinte forma:


- o labirinto convida à exploração


- a exploração é feita sem mapa e à vista desarmada


- o labirinto é a inteligência astuciosa que o leitor ou o vivente exercita para conseguir progredir sem cair em armadilhas das infitas circunvoluções.


Viva as possibilidades todas de forma una seguindo o exemplo de Ts'ui Pen: " Não existimos na maioria desses tempos; nalguns existe o senhor e não eu. Noutros, eu, não o senhor; noutros, os dois. Neste, que um acaso favorável me surpreende, o senhor chegou a minha casa; noutro, o senhor, ao atravessar o jardim encontrou-me morto; noutro,digo estas mesmas palavras, mas sou um erro, um fantasma". Ts'ui Pen não escolhe apenas uma variavel para se guiar por vez, mas todas ao mesmo tempo. Dito isso há a possibilidade de se seguir um caminho, ou outro, disso ter continuação, ou não, ou ter um fim, ou nem mesmo um começo... a ideia é seguir nessa viajem. O Diário Delirante espera ter se explicado de forma clara e imprecisa, sendo suficiente e insuficiente.


Vamos seguir nessa viagem ao mundo e ver o quanto vamos evoluir com ela e quanto tempo ela durará...

As coisas me tomam de surpresa e olha onde vim parar: no Alasca.


Depois de um dia inteiro estudando os restos dos fósseis encontrados por nossa equipe resolvemos parar para uma pescaria e um descanço... o dia de trabalho foi tranquilo, apesar de tudo, e me deparei com uma frase: "vendo o futuro através do retrovisor...". Tão real na minha situação atual. há coisas que precisam ser entendidas no momento certo. talvez seja ai que encontramos a máxima que diz que o mestre aparece somente quando o aprendiz está preparado para receber os ensinamentos (ou algo parecido)...


(vamos seguindo aos poucos, um passo por vez)


3 comentários:

Menina Malvada (Ou Kaka) disse...

Boa sorte!
E pode contar com meu apoio, sempre!

Beijão!

Carol disse...

hey!

nao para de escrever aki nao hein!

bju!

te amo

Anônimo disse...

esse comment de cima eh meu... e eu nao sei pq aparece esse link! ahIUahuiHUIAhiaHIAhaHIA